22.2.12
Você é o que você compartilha
2.9.11
Mistura de sentimentos e pensamentos
28.6.11
Ainda seremos os mesmos, como nossos pais
Talvez hoje eles dirijam por aí tão preocupados que já não se lembram mais. Estão tão ocupados que não têm tempo para as memórias. Correm tanto para lá e para cá que estão sempre cansados demais para pensar no que viveram. E talvez, mas só talvez, eles tenham esquecido.
O tempo passou para eles. E também vai passar para nós. Irá nos embaralhar os momentos vividos, confundirá os nomes e as datas. E talvez nós também não nos lembremos.
Não nos fará mal lembrar, mas o tempo, o mesmo que passou, vai ser pouco. Vai ser repleto de afazeres e compromissos. Será cruel e nós nos tornaremos “cruéis” junto com ele. Nossa crueldade vai deixar nossos momentos vividos empoeirados em um canto obscuro das nossas mentes.
Já não pensaremos nos “problemas” que nos fizeram evoluir. Nas tempestades em copo d’água que nos trouxeram amadurecimento. E só lembraremos, de vez em quando, do que permanecer.
E talvez, só talvez, realmente esqueceremos muitas coisas. Mas talvez seja mais provável que prefiramos não lembrar.
4.4.11
Quem nunca teve ou terá?!
Às vezes a gente pensa que tudo seria mais fácil e leve se as pessoas não esperassem nada de você, se as expectativas delas fossem sempre baixas em relação a ti, se parecesse tão despreocupado com a vida, que qualquer coisa que fizesse fosse motivo de admiração.
Mas não é assim quando a sua vida inteira você sempre quis fazer do jeito certo, o seu melhor, o que todo mundo sempre achou que era algo nato seu (e por vezes você também)... Ou até mesmo quando a vida toda tudo parecia tão fácil!
Aí então chega um momento onde você deveria se esforçar o máximo porque o obstáculo é grande, onde você deve decidir a sua vida. Mas você não aguenta mais. Não tem mais ânimo para dar o seu melhor, todo o seu esforço.
E todo mundo esquece o quão bom você foi até ali. Só querem saber do quão suficientemente bom você ainda pode ser e quanto ainda pode dar de si para superar o tal obstáculo.
Bate um desespero, misturado com ansiedade, medo, vontade de jogar tudo para o alto... Mas as coisas não são tão simples assim. Porque há um outro lado de você mesmo que tem consciência e concorda com tudo o que eles dizem. Só que esse lado parece tão fraquinho, coitado...
20.2.11
É só uma questão de afeto
Seus braços tão distantes dos meus, seus cabelos... Ah, seus cabelos! Como seria bom poder afagá-los agora, sem motivo algum, apenas por afeto. O afeto de irmão que sinto por ti.
A vida nos colocou assim distantes, irmãzinha, parecidos e ao mesmo tempo tão diferentes.
E talvez seja só por causa dessa distância que tenho vontade de te ter próxima. Estaríamos aqui, sentados juntos na sala, um provocando o outro, atormentando. Mas quando você sentisse sono e colocasse sua cabeça em meu colo, eu faria cafuné até que adormecesse.
Mas eu continuaria aqui acordado. Dormir é para os fracos, irmãzinha... E ainda estaria ao seu lado quando estivesse na hora de levantar, para te acordar com um tapa na orelha.
Afinal, para o que servem os irmãos mais novos se não para incomodar e amar?!
21.1.11
Indiferença
Guardei na última gaveta do meu criado-mudo
um arco-íris colorido.
O mais belo que pude fotografar
e pensei em lhe entregar
Só que naquela noite você não sorriu.
Foi quando o brilho dos meus olhos sumiu
E pude ver que tudo o que plantei
seria levado pela chuva que eu tanto evitei
As taças voaram ilustrando sua ira
A ira mais que solitária...
Não pude agir
enquanto ouvia seu coração rugir
Rasguei a mais bela bela foto
e hoje não me importo.
A vida continua
mesmo depois de teu espetáculo sob a lua.
E eu continuo caminhando só.
--
Aproveito meu aparecimento para desejar a todos um bom e próspero ano!
E que seus escritos possam, assim como eu espero que os meus também, fazer as pessoas pensarem mais sobre a vida, sobre a sociedade e sobre si mesma.
A foto foi tirada por mim mesma.
8.9.10
Que fez sorrir
Volte! Espere! Lute!
A ficha caiu-lhe lentamente e insistentemente seguiu sem palavras. Apenas pensamentos.
E quem imaginava isso quando era apenas brincadeira?! Quando era só imaginação?!
(16/06/2010)
E então, existem palavras sufocadas, pela dificuldade de se imaginar, pela conveniência de acreditar, mesmo no que é subjetivo.
(08/09/2010)
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É. Agora peço desculpas pelo post gigantesco da vez anterior. É a mais pura verdade. Tudo. Menos o nome da "Lola"
Estes, são só para dizer que passei por aqui. O segundo, é mais um resumo do que estou pensando em escrever. Aguarde!
14.7.10
Political Seduction
24.5.10
I can't anymore
Há algum tempo me disseram como deveria ser incrível se eu escrevesse sobre amor. Só que eu nã consigo mais. Prefiro passar horas escrevendo sobre sociedade - mesmo que depois eu me sinta triste ou culpada - do que falando de paixões. Por mais palavras que me ocorram, sempre serão insuficientes.
Talvez isso me faça nunca me contentar com coisas "fofas", nem minhas próprias palavras me satisfazem - mesmo as mais profundas.E antes que conseguia. Eram sempre os meus textos que eu considerava inúteis, melancólicos e repetitivos.
Os que eu cheguei a imaginar alguém revirando-se no colchão ao som de Avril Lavigne para ler com mais atenção o livro espesso.Agora, o mais próximo disso que eu faço é, como já disse para alguém, simular sentimentos artificialmente. Se bem... que antes era isso também.
Talvez se tratasse de uma imaginada paixonite adolescente, e a partir do momento que eu percebi o quão impossível é gostar de um ser inexistente ou desconhecido, passei a não sentir mais vontade de escrever sobre paixão. - Ou foi quando passei a não acreditar na existência desse tipo de "amor"? -.
Finalmente consigo ser objetiva com meus pensamentos.
Escrevi há uns três ou quatro meses. Adaptações de 11.05.10.
11.3.10
Relato de um apaixonado
10.2.10
Racionais e imorais
Podemos ser assim ou assado, calmos ou afobados, fortes ou raquíticos, bons leitores ou bons escritores.
Corremos em meio a outros tantos como nós, e desconhecidos por nós. Trabalhamos e estudamos em meio a bilhões de pessoas, em um mesmo mundo de 510 milhões de km². Estamos na Europa, Ásia, África, América e Oceania. Tentamos chegar à outros planetas, alcançamos a Lua, queremos saber de onde viemos, para onde vamos e quem somos. Inventamos a Internet, o computador, o carro movido a álcool, gasolina, energia elétrica... Compomos sonatas, rock's e funk's.
Somos uma única raça em um só planeta. Com uma única certeza: um dia, todos morreremos.
Temos olhos puxados, cabelos loiros ou pretos chapados, olhos verdes, pele negra, bumbum avantajado, comemos sururu, Mc Donald's, sushi, linguiça, Habib's, pizza, sorvete e mortadela de búfala. Amamos, rimos, choramos, sentimos, pensamos, sofremos, aprendemos e vivemos.
Dominamos as demais espécies e crescemos. Querendo ou não, de uma forma ou de outra, juntos.
Mas matamos, estupramos, roubamos, brigamos, atropelamos, batemos e prejudicamos.
E tudo, sem parar para pensar que somos só humanos. Porque no final das contas, somos um átomo na baleia azul e um planeta no Universo.
Versão de 28/01/10
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Desculpem-me se mesmo com as postagens atualizadas eu não estou visitando o blog de vocês... Estou deixando posts progamados, então eu posto sem vir aqui!
Quando tiver mais um tempinho... Dá-lhe comentários!
4.2.10
Qual quer? - Paixão genérica
Sobre um amor qualquer, por um garoto qualquer, d'um lugar qualquer. De uma manhã que se quer... Esquecer.
Uma garota qualquer, de uma cidade qualquer, numa cama qualquer, numa posição qualquer, escrevendo para um alguém qualquer.
Seja o alguém quem for. Escrevo. E lá fora relampeja, enquanto eu choro sobre a mesa.
Quando numa noite qualquer, andando em uma rua qualquer, usando uma roupa qualquer, sigo em um caminho qualquer.
Bato à porta do qualquer, olho nos olhos do qualquer e ele leva um susto qualquer, porque o abraço... Não é um abraço qualquer!
Mais uma história qualquer, depois de um sonho qualquer, pego em um papel qualquer e inspirada por um fato qualquer, jogo as palavras... Em um lugar qualquer!
Versão final escrita em: 28/01/10
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Não é poema, mas dá pra cantar. Tente! De verdade. Pode ser com uma melodia qualquer!
12.1.10
Jogada de mestre
os reais e os sonhados.
Depois colhe e escolhe as palavras.
Em seguida aponta os ajustes
e ajusta as ligações.
Por último calcula as palavras
e dá efeito a fala.
Assim, o que escreve se enfeita.
Enjeita os pontos e as vírgulas,
questiona e se admira
com a própria resposta.
Afasta as reticências
e se dá ao direito de um parênteses.
De tal forma dá forma,
contrói e destrói, monta e desmonta,
que conquista o brilho.
Mas nem sempre se satisfaz
o escritor, de suas próprias palavras.
Não é o tempo, a quantidade e tampouco as palavras que usamos que dão efeito aos nossos textos. Isso são detalhes. O que importa são os lugares e sentidos que damos às palavras.
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Tentei descrever o processo de produção de um texto. Mas confesso que mesmo eu escrevendo consideravelmente bastantinho, não passo por todos eles!
31.12.09
Once upon a time 2009
Esse blog passou em branco seu aniversário, no meu próprio aniversário, no Natal que eu não comemoro, na Páscoa que eu também não comemoro, morte de Michael Jackson e Lombardi, estréias de filmes e tudo mais, mas eu não deixaria passar o reveillon!
Desejo tudo isso aí de cima com sinceridade, para todos os peregrinos que aqui passarem...
Nunca fiz muitos planos para essas épocas de passagem de ano, nem sou de muitas retrospectivas. O que passou, passou e o que está por vir acontecerá segundo o próprio curso da vida, sem necessidade de muitos planejamentos e intervensões minhas!
Quanto as mudancas do blog, espero deixar o template um bom tempo com o mesmo, até porque, em 2010 estarei com o tempo um tanto reduzido para me aplicar a isso.
1.12.09
Eu dou um valor absurdo na vida
A gente se parece tanto, só queremos ser felizes e seguir o que, para nós, tem valor. Porque a vida traz bem mais que alegria, alguém como a nossa amizade. Vamos nos conhecendo e percebendo que nada sabemos.
Não me importo com a caretísse que pode ser isso, nem o quanto piegas são essas palavras, mas essa nossa amizade me faz bem. Me faz rir e por vezes fechar a cara, mas eu não peço um mundo perfeito, nem pessoas perfeitas. Todos nós nos mataríamos por causa do tédio.
Abrace-me e prometa que por mais bobagens que eu lhe diga, será sempre meu diário-vivo. Mais do que um corpo e sim um espírito presente. Não só um olhar distante, mas um vigilar constante. Algo além de mãos que aplaudam e sim que estapeiam para colocar meus pés no chão.
Bata à minha porta e grite quando e quanto sentir vontade. Extrapole os limites de suas cordas vocais - só não prometo deixar meu protetor auricular intocado -. Faça de mim o túmulo de seus pensamentos mais secretos. Me peça para ler seus textos mais absurdos e compartilhe comigo seus sonhos mais engraçados ou os piores pesadelos.
Sinta-se centro dos meus pensamentos, guarde meus segredos, se um dia eu os tiver, conte comigo para explicar matemática e me explique também. Grite comigo e me faça passar vergonha, mas nunca me puxe para um beco e me ofereça algo viciante. Já sou suficientemente viciada em coisas simples. Não me peça para fugir de casa, mas eu aceitarei te acompanhar num piquenique.
Faça críticas construtivas a mim. Corrija meus erros ortográficos, frequente meu blog. Me envie mensagens de madrugada... Mas por favor, não concorde sempre comigo.
Obrigada por me aceitar e às loucuras que carrego nesse saco chamado de cérebro.
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Esse foi escrito pensando nos meus três melhores amigos, que são capazes de me entender mesmo quando nem eu me compreendo muito bem!
Inspirado em "Seis e trinta", do Jota Quest.
23.11.09
Pensamento Esférico
O projétil gira pelo chão. Vem um pé e o faz alçar vôo com um simples, mas forte, toque. Dez pares de olhos o observam durante os segundos em que a parábola é descrita e lá estão os pés novamente, disputando por ela, a desejada.
No mínimo duas pessoas, uma bola, e um par de chinelos. A receita. Adicione um pouco de velocidade, força, agilidade e concentração e terás um jogo de futebol. Ou uma pelada, para os íntimos.
Atravessam a quadra, comunicam-se por movimentos visuais, apontam com os pés e tem um simples objetivo, seja qual for o time representado. O objetivo todos sabem: arremessar a bola em direção ao retângulo branco e fazê-la atravessar a linha de fundo do adversário.
Quando a rede balança, mesmo que não seja esboçada nenhuma reação externa, por dentro o orgulho ferve. Um GOL!
Pernas e braços suados se entrelaçam enquanto correm atrás daquele objeto, que inúmeras vezes já visitou a rede, e silenciosa ou ruidosamente vão se espalhando e juntando-se novamente pela quadra. Um bailado sem melodia e movido por adrenalina.
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Eu sei que um jogo de futebol tem 11 jogadores em cada time, ok?! É que escrevi assistindo um jogo de FUTSAL numa aula que deveria ser de Geografia. E eu gosto muito desse jogo. Ha! Ha! Fiz meu primeiro golo em quadra há alguns dias! E é uma sensação incrível! He! He!
19.11.09
Vampiresco
E por favor, sinta-se a vontade sugando para suas veias, todo o meu sangue.
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Não, isso nada tem a ver com a Saga do Crepúsculo, e sim com meu momento de se sentir invadida por coisas que os outros acreditam, mesmo que sejam fantasiosamente criadas por seus cérebros.
16.11.09
Baseado: fatos reais
Nos becos corre a água e o fedor é constante. As velhas bonecas que há tempos foram sinônimo de diversão agora já não têm mais suas cabeças. A lama está na rua, no telhado e no piso dos barracos amontoados.
Uma garotinha já não tem mais tempo de correr até a venda com o punhado de moedas para trocar por balas, porque o padrasto usa seu corpo como bem quer, quando bem lhe dá vontade. O jovem/menino soma os pequenos trocados de dinheiro para trocar pelas pedras brancas. Bêbados se multiplicam nos botecos imundos e senhoras inocentes morrem no tiroteio.
O morro é barato, sujo, largado, governado por traficantes e tiros ao léu. Umas balas para cima ou na cara do alemão. "Laranjinhas" e "aviõezinhos".
Maria's e Joana's. Pedro's e José's. Ursos de pelúcia já não existem mais. Colchões se espalham pelo casebre cada vez mais empanturrado de gente faminta.
Está na rua ou no bar. Tem as esquinas e os antros.
Fumaça vai e tapa a cara de quem passa. Ou somos nós que fechamos os olhos?
Hey gringo! Esse é o lado negro da coisa! Brasil não é só praia, seios, samba, futebol e glúteos. É também essa coisa cinza , que voa longe, bem distante, levada pela brisa. Só no baseado. Cai depressa. Sonho atropelado.
13.11.09
A little bit longer
Só as coisas que realmente acontecem é que são válidas. Viver sonhando, nas nuvens é perigoso. Quanto mais acima, maior o tombo. Por isso, quando reflito sobre tudo, mesmo sobre os fatos irrelevantes, tenho surtos de melancolia.
Choro sem saber porquê, penso sem ser objetiva sobre algo ou alguém. Por isso sou tão subjetiva, assim, cheia de pensamentos desordenados.
Assustam-se os amigos quando mostro essa outra face. É. Além de cada um poder me julgar ou compreender como quiser, tenho meus dois momentos (ou caras). Face louca comportada versus face sensatamente desordenada. E olhe lá ainda, se não há uma terceira!
Querido (a) amigo (a), não se preocupe com minhas questões. Um pouco mais de tempo e eu ficarei bem. "Sempre fico!"
-
Na verdade acho que vocês são inteligentes o bastante pra entender o que se passa. O que acontece é que ontem tive um surto de choro na escola por pensar demais. Obrigada àqueles que me ajudaram!
Ps.: Alittle bit longer - by Jonas Brothers está na playlist
Ps2.: Essa é minha 100ª postagem... na verdade deveria ser a 101ª, mas eu exclui a primeira que era inútil e aqui está! haha! Mais de um aninho de blog, e finalmente aqui estamos!
9.11.09
Pensamentos líquidos em turbulência
Caem as gotas, gordas e pesadas. Porém, nada pode ser maior do que o peso dos meus próprios pensamentos. Aqueles que me fizeram estar aqui, devagando pelas ruas enquanto uma espessa nuvem passa sobre mim e derruba sobre as ruas da cidade a sua tempestade.
Há uma tensão que corre dentro de minhas veias, meu sangue está demasiadamente carregado por palavras, palavras imundas e perturbadoras.
Martelando em meus ombros estão os ecos das vozes que por algum motivo obscuro me fazem estar aqui, nessas condições, debaixo dessa tempestade.
Raios e trovões.
Meus tênis vão se encharcando cada vez mais depressa, as poças cheias de terra e lixo que querem me sugar. Faço questão de chutar as pedras e fazê-las atravessar a rua com um único empurrão de ponta de dedão do pé. Cabelos desgrenhados, os fios esvoaçantes se espatifam sobre o couro cabeludo.
Essas ideias todas que me ocorrem, nada mais são do que simples e repugnantes (fúteis também), raciocínios de uma garota quixotesca.
Ps.: Escrito em estado de auto-pressão interior, entre uma correção de exercícios matemáticos e uma aula de Arte.




